Em um incidente alarmante, uma médica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em Bauru, São Paulo, foi afastada do cargo após a declaração da morte de uma mulher de 29 anos, vítima de atropelamento. O caso ocorreu no dia 20 de janeiro de 2026, quando a profissional atestou o falecimento da vítima, que, na verdade, estava respirando e foi reanimada por um socorrista de uma concessionária meia hora depois da declaração.
A prefeitura de Bauru anunciou a abertura de uma investigação técnica para esclarecer o atendimento prestado pelo Samu. A decisão de afastar a médica foi tomada como uma medida administrativa preventiva, enquanto a apuração está em andamento. A situação gerou indignação, especialmente na família da vítima, que se sentiu desamparada durante os eventos que se seguiram à declaração de morte.
Atualmente, a mulher está internada em estado grave no Hospital de Base de Bauru, recebendo cuidados intensivos. Os médicos estão monitorando seu progresso, realizando ajustes na ventilação mecânica e avaliando a possibilidade de extubação. O incidente levanta questões sérias sobre a precisão dos procedimentos médicos em situações de emergência e a necessidade de revisão das práticas do Samu na região.

