Um estudo recente indica que os países europeus tornaram-se dependentes do gás liquefeito natural dos Estados Unidos, resultando em uma significativa influência de Donald Trump sobre o fornecimento energético da União Europeia e do Reino Unido. Essa dependência emergiu em resposta à guerra na Ucrânia e às sanções aplicadas ao gás russo, forçando a Europa a buscar alternativas no mercado americano.
A pesquisa, coautoria de instituições como o Clingendael Institute, com sede em Haia, o Ecologic Institute, em Berlim, e o Norwegian Institute of International Affairs, destaca os riscos associados a essa nova relação comercial. A substituição da dependência energética da Rússia pelo gás dos EUA tem o potencial de elevar os custos, impactando diretamente os orçamentos das famílias europeias.
Com o aumento das tensões geopolíticas, a situação pode levar a uma maior volatilidade nos preços da energia. O estudo sugere que, embora a diversificação das fontes de energia seja uma estratégia necessária, a dependência do gás americano pode ter implicações financeiras e políticas significativas para os países europeus no futuro.

