A ministra Gleisi Hoffmann, que atua na Secretaria de Relações Institucionais, aceitou o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para concorrer a uma vaga no Senado pelo Paraná. Essa decisão, que deve resultar na saída de 21 ministros do governo federal até abril, foi confirmada após uma reunião entre Gleisi e Lula na última quarta-feira. A assessoria da ministra ainda não se manifestou oficialmente sobre a candidatura.
A estratégia do Partido dos Trabalhadores (PT) é a de fortalecer sua presença na disputa legislativa, especialmente no Paraná, onde uma chapa com Gleisi e Requião Filho é vista como altamente competitiva. Essa aliança pode ser crucial para enfrentar adversários como o governador Ratinho Júnior e o senador Sergio Moro. A articulação política também envolve outros nomes, como Enio Verri, que deve disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados.
As movimentações no cenário eleitoral revelam um esforço do PT para consolidar uma frente contra as forças políticas adversárias, com foco em uma candidatura forte para polarizar a disputa. A saída de Gleisi e a possível formação de alianças podem impactar significativamente a dinâmica das eleições estaduais, moldando o futuro político da região e do país. Com a aproximação das eleições, a definição das candidaturas e a escolha dos sucessores se tornam cada vez mais urgentes.

