O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que não usará força militar para adquirir a Groenlândia, durante sua participação no Fórum Econômico Mundial em Davos. Esta é a primeira vez que ele se pronuncia publicamente contra o uso de ação militar para esse fim, enfatizando que não pretende recorrer a medidas extremas. Trump observou que, embora a força pudesse garantir a aquisição do território, não é essa a sua intenção.
A Groenlândia, uma região autônoma da Dinamarca, tem sido alvo de uma campanha de Trump para anexação, que se intensificou nas últimas semanas. O presidente levantou preocupações entre aliados europeus, mencionando operações militares em outros países como Venezuela para justificar suas ambições. O anúncio recente de tarifas sobre oito países europeus, devido a exercícios militares na ilha, exacerbou ainda mais as tensões diplomáticas.
Os comentários de Trump sobre a Groenlândia refletem um desdobramento significativo nas relações entre os Estados Unidos e a Europa, com potenciais repercussões econômicas e políticas. A resistência à força militar pode ser vista como uma tentativa de suavizar as relações e evitar uma escalada de conflitos. Este é um assunto em desenvolvimento que poderá afetar a dinâmica geopolítica na região nos próximos meses.

