Na quarta-feira, forças israelenses atacaram Gaza, resultando na morte de pelo menos 11 palestinos, entre eles dois meninos de 13 anos e três jornalistas. O ataque, um dos mais mortais desde o cessar-fogo em outubro, ocorreu em um contexto de aumento de tensões, com os EUA buscando implementar uma nova fase do acordo. As informações foram confirmadas por autoridades de hospitais locais, que receberam os corpos das vítimas.
Um dos meninos foi morto em um ataque de drones na região central de Gaza, enquanto o outro foi atingido por soldados enquanto buscava lenha na cidade de Bani Suheila. Além disso, três jornalistas palestinos foram mortos em um ataque em Zahraa, onde estavam documentando a situação de um campo de deslocados. As Forças Armadas de Israel justificaram os ataques alegando que as vítimas representavam uma ameaça para suas tropas.
Esses eventos levantam sérias preocupações sobre a escalada do conflito e a segurança da população civil em Gaza. Desde a implementação do cessar-fogo, mais de 470 palestinos foram mortos por disparos israelenses, segundo dados do Ministério da Saúde da Faixa de Gaza. O aumento da violência e das mortes civis destaca a fragilidade da paz na região, enquanto o apelo por ajuda humanitária e proteção aos civis se intensifica.

