No dia 21 de janeiro, em Paris, a ministra dos Esportes da França, Marina Ferrari, afirmou que o país não pretende boicotar a próxima Copa do Mundo, mesmo diante das polêmicas ameaças feitas por Donald Trump relacionadas à Groenlândia. A declaração se dá em um cenário de crescente preocupação sobre a anexação da ilha pelos Estados Unidos, que poderia impactar as relações internacionais e, consequentemente, o mundo esportivo.
Ferrari destacou que, neste momento, não há intenção de boicote e ressaltou a necessidade de manter o esporte separado da política. A ministra fez essa declaração após um deputado francês ter sugerido que a Fifa deveria organizar o torneio apenas no Canadá e no México, excluindo os Estados Unidos. As discussões sobre um possível boicote estão em andamento entre líderes do futebol europeu, especialmente considerando que 78 das 104 partidas do torneio ocorrerão nos Estados Unidos.
As autoridades esportivas europeias abordam a questão com cautela, temendo que as tensões políticas possam exigir uma resposta unificada do continente. O futuro da Copa do Mundo poderá ser influenciado por essas dinâmicas, dependendo da evolução das relações entre os Estados Unidos e a União Europeia. O evento, programado para ocorrer em 2026, continua a ser um momento significativo para os apaixonados pelo futebol em todo o mundo.

