Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, líderes como Mark Carney, Emmanuel Macron e Ursula von der Leyen abordaram a necessidade de novas alianças, desafiando as declarações de Donald Trump de que os países não funcionariam sem os EUA. Essa reunião, ocorrida em 21 de janeiro de 2026, representa uma mudança significativa na dinâmica das relações internacionais, onde muitos líderes ocidentais agora acreditam que podem operar de forma mais eficaz sem a influência americana.
A frase “viver na verdade”, utilizada pelo dissidente checo Václav Havel e mencionada por Carney em seu discurso, reflete uma nova abordagem entre esses líderes. Eles decidiram não mais ver os EUA como um aliado confiável, reconhecendo que a antiga aliança ocidental pode estar em declínio. Essa percepção é um indicativo claro de um novo cenário geopolítico em que os países estão reavaliando suas alianças e estratégias.
As implicações dessa mudança são significativas, pois podem levar a uma reconfiguração das parcerias internacionais e a um fortalecimento de blocos regionais. Com os líderes se distanciando da dependência dos EUA, o futuro das relações transatlânticas e a estabilidade global podem ser impactados. Essa nova realidade pode instigar uma competição mais acirrada entre potências globais, exigindo uma adaptação rápida das estratégias diplomáticas.

