Júlio Casares renunciou à presidência do São Paulo, mudando radicalmente os planos da oposição, que antes se preparava para uma assembleia visando ratificar seu afastamento. A nova situação elimina a necessidade desse encontro, embora conselheiros ainda possam buscar sanções dependendo das investigações policiais em andamento.
Casares foi afastado provisoriamente pelo Conselho Deliberativo após uma votação expressiva de 188 a 55. O enfoque do processo não se limitou a punições, mas à ingovernabilidade do clube sob sua liderança, considerando os escândalos recentes. As investigações em curso podem resultar em ações adicionais, dependendo da materialidade encontrada pelo Ministério Público e pela Polícia Civil.
Com a renúncia, Harry Massis Júnior assume a presidência até o término do mandato de Casares em 2026. Sua gestão já começou com mudanças significativas na diretoria, incluindo a saída de membros-chave. A oposição, por sua vez, decide aguardar novos desdobramentos antes de tomar qualquer medida adicional contra Casares, avaliando também o custo de uma assembleia neste momento.

