Mais de um mês após o prazo estabelecido pelo Epstein Files Transparency Act, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos ainda não liberou a totalidade dos arquivos relacionados ao caso do condenado Jeffrey Epstein. Embora o departamento tenha publicado algumas milhares de páginas de documentos, menos de 1% do total de materiais disponíveis foi divulgado, levantando preocupações sobre a transparência e o cumprimento da lei.
O atraso na liberação dos arquivos gerou uma onda de críticas de políticos e sobreviventes dos abusos cometidos por Epstein, que exigem uma explicação clara sobre a falta de documentação. A legislação aprovada exigia que todos os arquivos fossem liberados até 19 de dezembro, mas o departamento alegou que a necessidade de redigir informações para proteger a identidade das vítimas dificultou o cumprimento do prazo. O descontentamento entre os legisladores é crescente, com alguns propondo ações legais contra a administração por não atender à exigência legal.
As implicações deste atraso são significativas, principalmente para aqueles que buscam justiça e transparência no caso Epstein. A pressão sobre o Departamento de Justiça para que cumpra com seus deveres legais continua a aumentar, enquanto a investigação sobre seus associados, incluindo Ghislaine Maxwell, avança. A situação destaca a necessidade de supervisão mais rigorosa e um compromisso renovado com a justiça para as vítimas de crimes sexuais.

