Em 21 de janeiro de 2026, o Banco Central anunciou a liquidação extrajudicial do Will Bank devido a problemas financeiros e operacionais graves. A instituição, que já operava sob um regime especial de administração temporária após a liquidação do Banco Master, não conseguiu cumprir suas obrigações financeiras, levando à decisão do regulador. A situação gerou apreensão entre correntistas e investidores sobre os impactos dessa medida.
O Banco Central informou que a liquidação foi inevitável, considerando a incapacidade do Will Bank de honrar suas obrigações financeiras e sua relação direta com o Banco Master. O processo de liquidação visa proteger os depositantes e o sistema financeiro, evitando consequências mais sérias. Durante a liquidação, os clientes perderão acesso imediato aos serviços da instituição, e seus saldos se tornarão parte do passivo da instituição, colocando-os na posição de credores.
Com a liquidação, a administração dos contratos e dívidas dos clientes será transferida para um liquidante designado pelo Banco Central. Embora os depósitos estejam protegidos até um certo limite pelo Fundo Garantidor de Créditos, a situação destaca a necessidade de os consumidores entenderem seus direitos e como proceder em situações de crise no sistema financeiro. Os desdobramentos dessa liquidação poderão ter reflexos significativos na confiança do público em instituições financeiras.

