Sete países de maioria muçulmana aceitaram o convite para integrar o Conselho de Gaza, uma nova iniciativa proposta pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A confirmação desses países ocorre em um contexto de silêncio por parte do Brasil, que ainda não se manifestou sobre a questão. A data da adesão é relevante, uma vez que a organização busca influenciar a dinâmica política na região.
A adesão desses países pode fortalecer a posição do Conselho de Gaza no cenário internacional, especialmente em relação a questões que envolvem a Palestina e o conflito no Oriente Médio. Além disso, a declaração do presidente russo, Vladimir Putin, que considera participar da organização, sugere um interesse crescente por parte de potências globais em se envolver nos assuntos do Oriente Médio. Este movimento poderá ter repercussões significativas nas relações internacionais e nas políticas de cooperação entre os países envolvidos.
As implicações da criação do Conselho de Gaza e a adesão de novos membros podem alterar a dinâmica de poder na região, especialmente considerando a influência que Trump ainda exerce em algumas nações. A participação potencial da Rússia também adiciona uma camada complexa a essa nova configuração. Com o Brasil fora do debate, a situação levanta questões sobre o papel do país nas discussões sobre o Oriente Médio e sua posição em relação a iniciativas internacionais.

