A Procuradoria-Geral da República (PGR) se posicionou a favor da diminuição da pena do ex-deputado federal Roberto Jefferson, atualmente em prisão domiciliar desde maio de 2025. Ele ficou quase dois anos internado em hospital antes de ser transferido para o regime domiciliar. O parecer foi enviado na segunda-feira, 19, ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF).
No documento, a PGR argumenta que a situação de saúde do ex-parlamentar, que já enfrentou complicações durante sua internação, deve ser considerada na análise da pena. A decisão sobre a redução da pena poderá ter repercussões significativas, não apenas para Jefferson, mas também para o entendimento sobre o cumprimento de penas em casos semelhantes. O STF terá a responsabilidade de avaliar as recomendações da PGR e decidir o futuro do ex-deputado.
Esse parecer representa um importante desdobramento na trajetória judicial de Roberto Jefferson, um político controverso com uma longa história no cenário político brasileiro. A decisão do STF pode abrir precedentes sobre a aplicação de penas e as condições de detenção, especialmente em casos que envolvem questões de saúde. O desfecho desse processo é aguardado com expectativa, pois poderá impactar a forma como a justiça lida com situações semelhantes no futuro.

