Na noite de 21 de janeiro de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, chegaram a um acordo em Davos, na Suíça, para aumentar a presença da OTAN no Ártico. O entendimento condiciona a expansão a não comprometer a soberania da Groenlândia ou da Dinamarca, mas exige a alocação de novos recursos para monitorar as atividades navais da Rússia na região.
Embora o acordo tenha sido discutido anteriormente, sua implementação enfrenta incertezas, especialmente em relação ao comportamento errático de Trump. Há dúvidas se o pacto realmente proporcionará ao presidente dos EUA o acesso aos minerais cruciais da Groenlândia, conforme ele afirma. Além disso, questões sobre a construção de um escudo de defesa futurista, denominado ‘Golden Dome’, que deverá ser parcialmente instalado na Groenlândia, ainda não foram resolvidas.
Os desdobramentos desse acordo podem impactar significativamente as relações entre os EUA, a Groenlândia e a Dinamarca, além de influenciar a dinâmica de segurança no Ártico. A capacidade de Trump de manter compromissos em negociações internacionais é questionada, o que pode levar a uma fragilidade na trégua alcançada em Davos. Assim, a comunidade internacional observa atentamente as consequências dessa aliança e suas implicações geopolíticas futuras.

