Em 22 de janeiro de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou em Davos, na Suíça, a criação do ‘Conselho de Paz’, voltado para a gestão e desmilitarização da Faixa de Gaza. O evento contou com a presença de líderes de vários países, incluindo o presidente da Argentina e o primeiro-ministro da Hungria, embora a proposta tenha gerado desconfiança entre muitos na comunidade internacional.
A iniciativa de Trump surge em um contexto de frustração, especialmente após sua reivindicação de ter encerrado conflitos ao redor do mundo sem ter sido agraciado com o Nobel da Paz. O ‘Conselho de Paz’ pretende não apenas focar na reconstrução de Gaza, mas também oferecer soluções para outras regiões conflituosas. Apesar do convite a vários líderes globais, países como França e Noruega optaram por não participar, enquanto Brasil, China e Rússia também hesitam em aderir.
Com a presidência vitalícia de Trump, o conselho terá um orçamento inicial de US$ 1 bilhão, que será gerido pelo próprio presidente americano. Embora Trump afirme que a organização pode ser uma das mais importantes já criadas, a falta de clareza sobre o uso dos fundos arrecadados e a resistência de nações influentes levantam questões sobre a viabilidade e a aceitação do projeto no cenário internacional.

