Goiânia penaliza fornecedores por atraso na entrega de medicamentos

Bianca Almeida
Tempo: 1 min.

A Prefeitura de Goiânia iniciou a aplicação de penalidades contra 29 fornecedores que falharam na entrega de medicamentos e insumos essenciais, acumulando um total de quase 1,8 milhão de itens não entregues. A medida, anunciada pela Secretaria Municipal de Saúde, visa assegurar que a rede de saúde municipal mantenha um estoque mínimo de 95% nos próximos 60 dias, conforme diretriz do prefeito Sandro Mabel.

Desde 2025, a gestão tem trabalhado para restabelecer o abastecimento de medicamentos após assumir a administração com estoques comprometidos. Com um investimento de R$ 45,2 milhões, a Prefeitura já adquiriu 436 tipos de produtos, distribuindo mais de 17,7 milhões de medicamentos. O secretário de Saúde, Luiz Pellizzer, destacou que as medidas incluem advertências, multas e restrições temporárias de participação em licitações para as empresas que não cumprirem os contratos.

Essas ações buscam evitar desabastecimentos futuros e promover a responsabilidade dos fornecedores. O secretário afirmou que não há prejuízo financeiro para o município, já que os pagamentos são feitos apenas após a entrega dos itens. Além disso, futuras licitações exigirãos que as empresas comprovem um estoque mínimo de 50% do que oferecem.

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