O Conselho Monetário Nacional (CMN) anunciou em 22 de janeiro de 2026 mudanças significativas no regulamento do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), coincidentemente no momento em que começaram os pagamentos a investidores afetados pela liquidação do Banco Master. As alterações pretendem facilitar o processo de ressarcimento e oferecer maior flexibilidade nas contribuições das instituições financeiras associadas, algo que pode impactar o funcionamento do fundo em situações futuras.
As principais modificações incluem a capacidade do conselho de administração do FGC de propor ajustes nas contribuições, que serão avaliados pelo Banco Central e pelo próprio CMN. Além disso, um novo prazo máximo de três dias para o início dos pagamentos das garantias foi estabelecido, buscando tornar o processo mais eficiente. O fundo também poderá antecipar as contribuições das instituições associadas, se necessário, para mitigar impactos na liquidez.
Essas mudanças visam alinhar o FGC às melhores práticas internacionais, promovendo uma gestão mais transparente e eficaz. O fundo destacou que essas reformas não afetarão liquidações já em curso, mas contribuirão para a estabilidade do sistema financeiro nacional. Com essas medidas, o FGC busca não apenas atender às demandas atuais, mas também se preparar para desafios futuros no cenário financeiro.

