Em novembro de 2024, inundações e deslizamentos de terra afetaram severamente o ecossistema de Batang Toru, na Indonésia, causando a morte de mais de 1.100 pessoas e dizimando até 11% da população de orangotangos Tapanuli. Este desastre ecológico gerou uma onda de críticas às empresas de mineração que atuavam na área, levando a uma investigação sobre suas atividades e possíveis danos aos ecossistemas locais.
As autoridades indonésias foram pressionadas a adotar medidas rigorosas em resposta à catástrofe, que revelou a vulnerabilidade da região e o impacto das operações extrativas. Os conservacionistas celebram as ações do governo, que incluem restrições e uma revisão das atividades das mineradoras, mas alertam que são necessárias mais proteções para garantir a sobrevivência da fauna ameaçada e a segurança das comunidades afetadas.
O desdobramento dessas medidas poderá influenciar a forma como as empresas operam na Indonésia e em outras regiões com ecossistemas frágeis. A situação destaca a importância de um equilíbrio entre desenvolvimento econômico e conservação ambiental, um desafio que se intensifica à medida que comunidades locais buscam recuperação após a tragédia.

