Os Estados Unidos oficializaram sua retirada da Organização Mundial da Saúde (OMS) no dia 23 de janeiro de 2026, após um ano desde a ordem emitida pelo ex-presidente Trump. A decisão foi motivada por críticas à agência da ONU, que, segundo Trump, falhou em implementar reformas e lidou de maneira inadequada com a pandemia de COVID-19.
A saída dos EUA da OMS representa um marco significativo nas relações internacionais e pode impactar a saúde global, especialmente em momentos de crise. A decisão suscita preocupações sobre a capacidade de colaboração entre nações em esforços conjuntos para enfrentar pandemias futuras e o papel dos Estados Unidos como líder em saúde pública mundial.
Com essa retirada, a OMS pode enfrentar desafios adicionais na coordenação de respostas a emergências de saúde, especialmente considerando a necessidade de um esforço conjunto em tempos de crise. A situação exige atenção contínua, pois as implicações da saída dos EUA podem afetar a eficácia da organização e a saúde pública global como um todo.

