Na noite de quinta-feira, 23 de janeiro de 2026, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, emitiu uma nota oficial em resposta a diversas críticas sobre a condução das investigações relacionadas ao Banco Master. No documento, Fachin reafirma a legitimidade da atuação do STF, protege o colega Dias Toffoli e destaca a importância da autonomia do Banco Central e da Polícia Federal nas investigações financeiras.
Fachin delineia sete pontos principais em sua nota, entre os quais se destaca a defesa da autonomia técnica do Banco Central e a necessidade de uma atuação robusta da Polícia Federal na apuração de crimes financeiros. Ele também enfatiza o papel da Procuradoria-Geral da República e a importância de decisões colegiadas, especialmente em períodos de recesso, quando a Presidência do STF assume a condução de matérias urgentes.
O presidente do STF ainda faz uma declaração firme sobre a postura da Corte em relação a pressões externas, afirmando que o STF não se curva a ameaças ou tentativas de desmoralização. Essa posição reforça não apenas a autoridade do Supremo, mas também a relevância da independência judicial como um pilar fundamental da democracia brasileira.

