Na última quinta-feira, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, defendeu a condução da Corte no caso do Banco Master em meio a solicitações de suspeição do ministro Dias Toffoli. Fachin assegurou que eventuais alegações de irregularidades serão analisadas conforme os procedimentos regimentais e processuais, reafirmando a importância da supervisão judicial na atuação da Corte.
O presidente do STF destacou a necessidade de manter a autonomia do Banco Central e a importância da Polícia Federal na apuração de eventuais crimes financeiros. Fachin criticou as tentativas de desmoralizar a instituição, afirmando que o STF não se curva a pressões externas e que a defesa da Corte é essencial para a preservação da democracia. Ele também ressaltou que a crítica é legítima, mas deve ser feita dentro dos parâmetros do respeito institucional.
Fachin concluiu que o STF tem um papel fundamental na defesa do Estado de direito e que continuará a agir de forma responsável e rigorosa. Ele acrescentou que as instituições devem ser aperfeiçoadas, mas nunca destruídas, reafirmando o compromisso do Supremo com a legalidade e a ética. A declaração ocorre em um momento de crescente escrutínio sobre a atuação da Corte em casos sensíveis, refletindo a tensão entre o Judiciário e outros poderes.

