EUA confirmam saída oficial da OMS após críticas à gestão da pandemia

Laura Ferreira
Tempo: 1 min.

Os Estados Unidos formalizaram sua saída da Organização Mundial de Saúde (OMS) na quinta-feira, 22 de janeiro, conforme anunciado pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos e o Departamento de Estado. Essa decisão, iniciada pelo ex-presidente Donald Trump com uma ordem executiva em seu segundo mandato, foi justificada pelo governo americano como uma resposta à má gestão da pandemia de Covid-19 e à falta de reformas na organização.

No comunicado, as autoridades americanas destacaram a falha da OMS em demonstrar independência e a influência política indevida dos Estados-membros. Além disso, o governo lembrou que durante o processo de saída, que se estendeu por um ano, os EUA suspenderam o financiamento da OMS e direcionaram suas atividades para compromissos bilaterais com outras nações e organizações.

Com essa retirada, surgem questionamentos sobre o futuro da cooperação internacional em saúde pública e os impactos que essa decisão pode ter na resposta a pandemias globais. A saída dos EUA da OMS representa uma mudança significativa nas relações internacionais e na abordagem à saúde global, enfatizando a crescente tensão entre Washington e organizações multilaterais.

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