Em 23 de janeiro de 2026, o ouro fechou em alta, atingindo uma nova máxima histórica próxima à marca de US$ 5.000, em meio a um cenário de busca por proteção financeira. O aumento nos preços do metal precioso ocorre em um contexto de incerteza econômica e geopolítica, além do enfraquecimento do dólar, levando os investidores a procurarem ativos mais seguros.
A valorização do ouro foi acompanhada pela prata, que também alcançou um novo patamar recorde. Analistas destacam que a demanda por metais preciosos está sendo impulsionada tanto por investidores em busca de segurança quanto pela robustez do consumo industrial. A divisão de metais da bolsa de Nova York (Comex) registrou o ouro a US$ 4.979,70 por onça-troy, enquanto a prata fechou a US$ 101,33, ambos apresentando ganhos significativos na semana.
Perspectivas futuras indicam que o ouro pode continuar sua trajetória de valorização, com analistas apontando o potencial de atingir US$ 5.200 por onça-troy. O cenário atual é sustentado por compras de bancos centrais e a contínua incerteza em relação à política monetária dos Estados Unidos. Assim, a tendência de alta nos preços dos metais preciosos reflete uma combinação de fatores, incluindo a demanda por proteção e a instabilidade no mercado financeiro global.

