Toffoli defende sua atuação no caso Master após arquivamento de pedidos de afastamento

Thiago Martins
Tempo: 1 min.

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) confirmou a regularidade de sua atuação ao arquivar pedidos de afastamento relacionados aos inquéritos sobre o Banco Master. Em nota, Toffoli enfatizou que todos os requerimentos da Polícia Federal e do Ministério Público Federal foram integralmente atendidos e as investigações estão sob a supervisão dos órgãos competentes.

A decisão da PGR foi justificada pelo procurador-geral, que afirmou que o tema já está sendo analisado no âmbito do STF. As representações arquivadas foram apresentadas por deputados federais e um pedido de afastamento ainda tramita no Senado. A atuação de Toffoli tem gerado críticas, especialmente sobre sua decisão de restringir o acesso da Polícia Federal a provas e sua conexão com investigados.

Diante da crescente pressão política e institucional, o ministro estuda a possibilidade de remeter os inquéritos para a primeira instância da Justiça Federal em São Paulo e Brasília. Apesar das controvérsias, Toffoli recebeu apoio público, incluindo uma nota do presidente do STF, Edson Fachin, que afirmou que sua atuação é regular e que questionamentos serão tratados de acordo com os procedimentos estabelecidos.

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