A Ponte Preta, tradicional clube de futebol brasileiro, enfrenta uma severa crise financeira que culminou em novas ações judiciais. O zagueiro Sergio Raphael e o meia-atacante Dodô, que deixaram o clube em 2025, reivindicam quase R$ 900 mil por salários atrasados, FGTS não pagos e verbas rescisórias. Além deles, outros onze jogadores e um preparador físico também ingressaram com processos por pendências financeiras, agravando ainda mais a situação do clube.
A crise financeira da Ponte Preta se intensificou com a greve de jogadores, que paralisaram os treinamentos até que suas pendências fossem resolvidas. Essa paralisação ocorreu em dezembro de 2025 e teve um impacto direto no desempenho da equipe no Campeonato Paulista, que se apresentou com uma escalação improvisada, utilizando jogadores das divisões de base. Até o momento, a Ponte Preta acumula quatro derrotas em quatro jogos, sem marcar um único gol na competição.
As repercussões dessa crise vão além do campo, afetando a reputação do clube e sua capacidade de atrair novos talentos. A falta de pagamento e os processos judiciais podem resultar em sanções adicionais, como a proibição de transferências, caso a situação não seja resolvida rapidamente. A continuidade dessa crise poderá levar a um colapso ainda maior, exigindo ações urgentes da diretoria para evitar um cenário ainda mais grave.

