Neurologistas alertam: marcha arrastada pode indicar demência precoce

Patricia Nascimento
Tempo: 1 min.

Um estudo recente da Universidade de Harvard revela que arrastar os pés ao descer escadas pode ser um indicativo precoce de demência. Essa pesquisa, publicada no final de 2025, sugere que alterações na coordenação motora devem ser observadas com atenção, já que podem sinalizar problemas cognitivos antes dos sintomas clássicos, como perda de memória.

Os especialistas enfatizam que a dificuldade em subir ou descer degraus não é meramente um sinal de cansaço ou distração. Mudanças neurológicas podem comprometer a capacidade do cérebro de processar informações visuais e espaciais, resultando em uma marcha desajeitada e maior risco de quedas. Instituições como a Clínica Mayo corroboram essa visão, ressaltando a importância das habilidades visuoespaciais para a realização de atividades cotidianas.

Diante desses sinais, profissionais de saúde recomendam que as pessoas busquem avaliação médica, especialmente se perceberem outras alterações cognitivas ou comportamentais. O diagnóstico precoce pode ser crucial para o manejo adequado e para a adaptação do ambiente, minimizando riscos de acidentes e promovendo uma melhor qualidade de vida para os afetados.

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