Ucrânia, Rússia e Estados Unidos se reuniram em Abu Dhabi no dia 24 de janeiro para discutir um plano de paz proposto pelos EUA, com perspectivas otimistas expressas pelo presidente ucraniano, Volodimir Zelensky. Essas são as primeiras negociações conhecidas entre os dois países sobre o conflito, que se intensificou desde a invasão da Rússia em 2022. O diálogo será retomado na próxima semana, indicando um esforço contínuo para encontrar uma solução pacífica.
Durante as negociações, Zelensky afirmou que foram abordados diversos tópicos importantes, ressaltando a natureza construtiva das conversas. No entanto, o clima em Kiev é de desânimo, pois muitos cidadãos, como Irina Beregova, expressam ceticismo em relação à eficácia das reuniões. A situação se agrava com recentes ataques aéreos que deixaram a cidade em estado de alerta, evidenciando a continuidade do sofrimento da população ucraniana.
A expectativa em torno das negociações é mista, com analistas apontando que a ausência de representantes europeus pode complicar um acordo. A Rússia insiste na retirada das tropas ucranianas de regiões estratégicas, enquanto a Ucrânia busca apoio ocidental para resistir ao avanço militar russo. À medida que os diálogos avançam, a comunidade internacional observa atentamente como as potências podem moldar o futuro da região em meio a um conflito devastador.

