No dia 24 de janeiro de 2026, a Casa Branca compartilhou uma imagem gerada por inteligência artificial que mostrava o ex-presidente Donald Trump caminhando ao lado de um pinguim na Groenlândia. A postagem, que incluía a legenda ‘abrace o pinguim’, rapidamente se tornou alvo de piadas e críticas nas redes sociais devido a um erro geográfico evidente, já que pinguins não habitam a região. A repercussão negativa foi instantânea, com internautas questionando a lógica por trás da montagem e a credibilidade da mensagem oficial.
O erro na publicação foi interpretado como uma falha significativa em um momento em que a administração está tentando reforçar sua presença na Groenlândia, um território autônomo da Dinamarca, e manifestar interesse por seus recursos estratégicos. A imagem ressoou em um clima de alta tensão geopolítica, especialmente após a retórica agressiva de Trump sobre a anexação da ilha. Além disso, um estudo da UFMG ressaltou que a barreira biológica do Hemisfério Sul impede a presença de pinguins na Groenlândia, tornando a montagem ainda mais questionável.
Esse episódio não apenas gera risadas, mas também levanta preocupações sobre a eficácia da comunicação institucional da Casa Branca. Em um contexto em que o governo tem utilizado imagens geradas por IA para promover sua agenda, a credibilidade das informações apresentadas é crucial. O incidente pode ter impactos a longo prazo na percepção pública e na confiança nas mensagens do governo, especialmente em um cenário de crescente rivalidade internacional.

