Em 25 de janeiro de 2026, um ato simbólico na Avenida Paulista, São Paulo, marcou os sete anos do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, que causou a morte de 272 pessoas. Durante o evento, crianças manipulavam argila em homenagem às vítimas, enquanto Helena Taliberti, que perdeu seus filhos na tragédia, clamava por justiça e conscientização ambiental.
Helena destacou a importância de lembrar a tragédia para evitar que episódios semelhantes se repitam. Ela criticou a falta de ação adequada por parte da mineradora e enfatizou que a sirene de alerta não soou no momento do desastre, o que poderia ter evitado muitas mortes. Além disso, a ativista ressaltou que a impunidade em relação à tragédia de Brumadinho e a ausência de responsabilização criminal ainda são questões pendentes.
A continuidade dessa luta por justiça é crucial para as famílias afetadas, que até hoje enfrentam a dor da perda e a falta de reparação. Helena enfatizou que a responsabilização é vital para prevenir novas tragédias e que a sociedade deve se unir para exigir ações efetivas das autoridades. O ato não apenas lembrou os que se foram, mas também reforçou a necessidade de um futuro mais seguro e responsável em relação ao meio ambiente.

