Deputados e senadores manifestaram críticas à proposta de código de ética do Supremo Tribunal Federal (STF), mencionada pelo presidente da Corte, Edson Fachin, em 26 de janeiro de 2026. Embora reconheçam a intenção positiva da iniciativa, muitos consideram a proposta insuficiente e alertam para o risco de corporativismo, defendendo que o Legislativo deve ter um papel ativo na elaboração das regras. A insatisfação é compartilhada por parlamentares de diferentes espectros políticos, que pedem mais transparência e responsabilidade na atuação do STF.
O líder do PL no Senado, Carlos Portinho, destacou a perda de valores morais pelos ministros da Corte, sugerindo que essa situação gera conflito não apenas com o Legislativo, mas também com a sociedade. O deputado Chico Alencar, do PSOL, também criticou a proposta, classificando-a como

