Em 27 de janeiro de 2026, a China manifestou sua condenação à ação militar dos Estados Unidos contra a Venezuela, considerando-a uma grave violação do direito internacional. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun, afirmou que a força foi utilizada contra um Estado soberano, mencionando a captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, como um exemplo desse uso indevido de força.
A declaração da chancelaria chinesa reafirma o compromisso de Pequim em apoiar a Venezuela na defesa de sua soberania e dignidade. Além disso, Guo enfatizou a disposição de trabalhar com a comunidade internacional para proteger a Carta das Nações Unidas e promover a justiça nas relações entre os países. Essa postura reflete a crescente tensão nas relações entre China e Estados Unidos, especialmente em questões de soberania nacional.
As implicações dessa declaração são significativas, pois indicam um alinhamento mais forte entre China e Venezuela em um contexto de crescente rivalidade global. O apoio chinês pode influenciar a dinâmica política na América Latina e reforçar a resistência venezuelana a pressões externas. A situação destaca a complexidade das relações internacionais e o papel de potências como a China no apoio a regimes considerados aliados.

