Operação Fogo Amigo investiga policiais e empresários por venda de armas

Gustavo Henrique Lima
Tempo: 1 min.

A Polícia Federal e o Ministério Público da Bahia iniciaram, em 27 de janeiro de 2026, a segunda fase da Operação Fogo Amigo. A ação investiga a venda ilegal de armas de fogo por empresários e policiais militares para grupos criminosos nos estados da Bahia, Alagoas, Sergipe e Pernambuco, com a apreensão de bens que totalizam cerca de 10 milhões de reais.

Durante a operação, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão em diversas cidades, incluindo Araripina e Petrolina, em Pernambuco, além de Maceió e Arapiraca, em Alagoas. O esquema criminoso, de dimensão interestadual, envolve a comercialização ilegal de armas e munições, bem como lavagem de dinheiro. Os investigados enfrentam penas que podem variar entre 13 e 35 anos de prisão.

As investigações, que começaram em 2024, já resultaram em outras prisões e apreensões significativas. A Justiça determinou o sequestro de bens e a suspensão das atividades econômicas de lojas envolvidas no comércio irregular. A operação conta com o apoio do Exército Brasileiro e das Corregedorias das Polícias Militares da Bahia e de Pernambuco, indicando a gravidade e a abrangência do problema.

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