Stephen Miller, conselheiro sênior da Casa Branca, se vê sob intensa pressão após a morte da enfermeira Alex Pretti, que foi assassinada por agentes da patrulha de fronteira em Minneapolis. O incidente gerou uma onda de indignação e um debate político acirrado, colocando Miller em uma posição delicada, onde suas decisões e influência estão sendo questionadas.
Miller, conhecido por ser o arquétipo da política de imigração rígida de Donald Trump, enfrenta críticas não apenas pela tragédia em Minneapolis, mas também por sua capacidade de moldar as políticas da administração. Especialistas afirmam que, apesar da controvérsia, a sua presença no cenário político é forte o suficiente para que não seja facilmente descartado, o que levanta questões sobre o futuro das políticas de imigração nos Estados Unidos.
A situação atual pode ter desdobramentos significativos na dinâmica interna da Casa Branca, especialmente se o presidente Trump decidir afastar-se das estratégias de Miller. Essa crise pode representar uma oportunidade para reavaliar as políticas de imigração, mas também pode intensificar a polarização política existente, complicando ainda mais a governança em um momento já turbulento.

