Documentário sobre Paris Hilton revela superficialidade em sua trajetória

Amanda Rocha
Tempo: 1 min.

O documentário “Infinite Icon”, que explora a carreira musical de Paris Hilton e seu segundo álbum, foi lançado em 2026. Produzido pela própria Hilton, o filme busca apresentar uma visão íntima de sua vida como artista e mãe, mas é criticado por sua falta de profundidade. A narrativa se concentra em cenas de autoexibição que parecem não apresentar nada além das expectativas já conhecidas do público.

As críticas ao filme destacam que, apesar de ter seus admiradores, a obra se caracteriza por uma abordagem excessivamente narcisista e repetitiva. Muitos consideram que as duas horas de duração se tornam insuportáveis, apresentando um conteúdo que não acrescenta valor à carreira de Hilton. Essa percepção sugere que o documentário falha em oferecer uma visão autêntica e relevante sobre sua trajetória como artista.

As implicações dessa produção vão além da crítica artística, levantando questões sobre a representação da mulher na indústria do entretenimento. O filme pode afetar a imagem pública de Hilton, que já é polarizadora entre fãs e críticos. Essa situação ressalta a necessidade de uma curadoria mais cuidadosa na produção de conteúdos que buscam explorar a vida pessoal e profissional de figuras públicas.

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