Mulheres da América Latina podem assumir liderança da ONU em 2027

Camila Pires
Tempo: 1 min.

A disputa pela sucessão de António Guterres como secretário-geral da ONU, marcada para começar em 1º de janeiro de 2027, pode ser dominada por mulheres da América Latina e do Caribe. O processo de seleção já está em andamento, e a expectativa em torno das candidaturas está crescendo significativamente entre os países da região.

Historicamente, a presença de líderes latino-americanos na ONU foi escassa, com apenas um representante, o peruano Javier Pérez de Cuéllar, ocupando o cargo de 1982 a 1992. A pressão por uma mulher na liderança das Nações Unidas aumenta, com figuras como Michelle Bachelet, Rebeca Grynspan e Mia Mottley sendo cogitadas para a posição, refletindo um desejo crescente por diversidade e representatividade na organização.

As implicações dessa escolha podem ser significativas, especialmente em um contexto onde a ONU busca se fortalecer e responder a desafios contemporâneos. Com várias candidatas de forte reputação, a possibilidade de uma mulher liderar a instituição pela primeira vez é vista como um passo importante para a modernização e a eficácia da organização diante de questões globais urgentes.

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