Ucrânia pede à UE ações contra petroleiros russos em visita a Berlim

Thiago Martins
Tempo: 2 min.

Em 28 de janeiro de 2026, a Ucrânia pediu à União Europeia que não hesite em agir fisicamente contra os petroleiros russos, durante uma visita a Berlim. O representante da presidência ucraniana, Vladislav Vlasiuk, citou casos de apreensão de navios com petróleo venezuelano pelos Estados Unidos como exemplo de ação necessária. Ele ressaltou que a frota fantasma russa continua a financiar a guerra, transportando volumes de petróleo significativos, semelhantes aos do ano anterior.

Vlasiuk argumentou que a pressão ocidental sobre a Rússia é crucial para facilitar negociações que visem o fim do conflito. Ele destacou que, se a UE começasse a deter fisicamente os navios russos, não haveria repercussões negativas, desafiando a percepção de que Moscou é uma força temível. Além disso, o representante ucraniano elogiou as recentes ações dos Estados Unidos como um modelo eficaz de sanções.

As declarações de Vlasiuk refletem a urgência da Ucrânia em mobilizar apoio internacional e intensificar as sanções contra a Rússia. O apelo por ações mais decisivas pode impactar as futuras relações entre a UE e Moscou, além de influenciar a dinâmica do conflito em andamento. A postura ucraniana busca não apenas fortalecer sua posição, mas também encorajar a UE a adotar uma abordagem mais assertiva frente à agressão russa.

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