Na última quarta-feira, 28 de janeiro de 2026, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que os países aliados na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) precisam aumentar seus investimentos em defesa. Durante uma audiência no Congresso, ele criticou a lentidão da Europa em atender à meta de gastos de 5% do PIB, enfatizando a importância de que os aliados se fortaleçam para garantir a eficácia da aliança militar.
Rubio argumentou que, sem um comprometimento mais significativo dos países europeus, as obrigações da Otan podem perder relevância. Ele declarou que a força da Otan depende da iniciativa dos seus membros e que os Estados Unidos não devem arcar sozinhos com a responsabilidade de defesa. Essa posição reflete preocupações mais amplas sobre a segurança transatlântica e a necessidade de uma aliança mais robusta frente a desafios globais.
Além disso, o secretário mencionou que as relações dos EUA com a Europa estão em uma “boa posição” e que reuniões técnicas sobre a Groenlândia estão em andamento. Contudo, a instabilidade no Irã, que ele descreveu como mais fraco do que nunca, também foi abordada, evidenciando a complexidade da segurança internacional e a interdependência entre as questões militares e diplomáticas que a Otan enfrenta.

