Revisão aponta que 40% das mortes de deficientes de aprendizagem eram evitáveis

Patricia Nascimento
Tempo: 1 min.

Uma revisão recente indicou que 40% das mortes de pessoas com deficiência de aprendizagem, cuja causa era conhecida, poderiam ter sido evitadas. O dado anterior apontava para 39%, mas a atualização trouxe à tona novas preocupações sobre a eficácia dos cuidados prestados a essa população vulnerável.

Defensores dos direitos humanos expressaram descontentamento com os resultados da revisão, enfatizando a necessidade urgente de melhorias nos serviços de saúde e apoio. A revisão destaca falhas significativas no sistema, que resultam em perdas de vidas que poderiam ter sido evitadas com intervenções adequadas e oportunas.

As implicações desse aumento na taxa de mortes evitáveis exigem uma resposta coordenada de autoridades de saúde e instituições envolvidas. É crucial que as políticas públicas sejam reavaliadas para assegurar que pessoas com deficiência de aprendizagem recebam a atenção e os cuidados necessários, prevenindo assim futuras tragédias.

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