O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou, em seu discurso no dia 28 de janeiro de 2026, a importância da neutralidade do Canal do Panamá para o comércio internacional. Segundo Lula, essa neutralidade é essencial para garantir que as rotas comerciais globais permaneçam acessíveis e justas, especialmente em um cenário marcado por tensões entre potências. O presidente enfatizou que a proteção do Canal deve ser uma responsabilidade compartilhada entre as nações.
Em sua fala, Lula destacou a relevância histórica do Canal do Panamá e seu papel vital na economia global, servindo como um ponto de passagem crucial para milhões de toneladas de mercadorias. O presidente solicitou que as nações que dependem desse caminho marítimo unam esforços para preservar sua neutralidade, evitando interferências e disputas que possam comprometer sua operação. Essa posição reflete uma preocupação com o aumento das tensões geopolíticas que podem impactar o comércio mundial.
As declarações de Lula podem ter implicações significativas para as relações internacionais, especialmente na maneira como países interagem com o Panamá e entre si. À medida que as discussões sobre segurança marítima e comércio se intensificam, a posição do Brasil pode posicioná-lo como um mediador importante na busca por um comércio mais justo e transparente. O discurso também ressalta a necessidade de um diálogo contínuo sobre a governança do Canal, envolvendo todas as partes interessadas.

