Na manhã de 29 de janeiro de 2026, dois policiais militares aposentados foram detidos em uma operação do Ministério Público do Rio de Janeiro. Os agentes, identificados como Marcos Antonio de Oliveira Machado e Carlos André Carneiro de Souza, são acusados de atuar como seguranças do bicheiro Rogério de Andrade, atualmente preso em um presídio federal no Mato Grosso do Sul.
A investigação revela que os policiais faziam parte de uma organização criminosa que explorava máquinas de caça-níqueis e realizava atividades ilícitas. Além disso, Carlos André é suspeito de ter subornado um policial militar em atividade para obter informações sobre operações policiais, o que demonstra a extensão da corrupção dentro das forças de segurança. A operação é um desdobramento da Operação Pretorianos, que já havia investigado outros membros da polícia em 2024.
Com a prisão dos ex-policiais, o Ministério Público espera desmantelar uma rede de proteção a atividades criminosas no estado. O caso levanta questões sobre a integridade das instituições de segurança pública e a necessidade de medidas mais rigorosas contra a corrupção. A operação também destaca a importância da colaboração entre diferentes órgãos de segurança na luta contra o crime organizado.

