Na quarta-feira, 28 de janeiro de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, renovou suas ameaças ao Irã, declarando que o tempo para um acordo nuclear ‘está se esgotando’. Ele anunciou o envio de uma ‘enorme armada’ ao Oriente Médio, uma medida que visa pressionar o regime iraniano, que enfrenta protestos internos significativos. As declarações de Trump refletem uma estratégia que não apenas busca a negociação, mas também a possibilidade de uma mudança de regime no país.
Fontes do governo americano indicam que Trump está considerando opções militares que poderiam direcionar ataques a líderes e instituições responsáveis pela repressão aos manifestantes no Irã. O objetivo é reanimar os protestos, que já resultaram em milhares de mortes e prisões. No entanto, especialistas alertam que ataques aéreos podem não ser suficientes para derrubar a República Islâmica, e que uma intervenção militar de maior escala poderia ser necessária.
Enquanto a tensão aumenta, o ministro das Relações Exteriores iraniano deixou claro que não haverá negociações com os Estados Unidos enquanto persistirem as ameaças. A situação no Irã continua volátil, com manifestações que clamam pelo fim da ditadura e a deposição do líder supremo. A crise se agrava em um cenário onde os aliados dos EUA na região temem represálias iranianas e pedem moderação nas ações americanas.

