No contexto dos acordos de Istambul, a Rússia anunciou a entrega de mil corpos de soldados ucranianos mortos em combate à Ucrânia, conforme relatado pelo assessor presidencial russo. A operação teve lugar em 29 de janeiro de 2026 e também incluiu a repatriação de 38 corpos de militares russos, vítimas do mesmo conflito.
Esse movimento é parte de um esforço humanitário mais amplo visando facilitar a repatriação dos mortos entre os dois países, que têm enfrentado um conflito prolongado. A troca de corpos reflete uma tentativa de aliviar o sofrimento das famílias afetadas pela guerra e demonstra um aspecto menos combativo nas relações entre as nações envolvidas, mesmo em meio à continuidade das hostilidades.
As implicações desse ato podem ser significativas, pois indicam uma disposição para a cooperação em questões humanitárias, mesmo em tempos de conflito. Além disso, a repatriação de soldados pode contribuir para um futuro diálogo entre os dois lados, enquanto as tensões persistem no cenário geopolítico da região.

