Cofundador da Nomad impede sobrinhos de se despedirem da avó terminal

Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

Uma disputa familiar se intensificou após o empresário Eduardo Haber, cofundador da fintech Nomad, solicitar uma medida protetiva para impedir que seus sobrinhos, gêmeos de 14 anos, se despedissem da avó Myriam Haber. A internação dela ocorreu em um hospital de São Paulo devido a um câncer de pâncreas em estágio avançado. Apesar da restrição, a mãe dos meninos, Paula Parisot, conseguiu levar os filhos para a visita, que ocorreu com autorização e registro formal.

Myriam foi internada no início de janeiro de 2026, e sua saúde deteriorou rapidamente, levando à necessidade de uma despedida da família. A decisão de Paula para visitar a avó foi motivada pela gravidade do estado de saúde de Myriam, que faleceu em 14 de janeiro. Os advogados de Paula alegaram que a visita estava em conformidade com a legislação, argumentando que a permanência dos menores na instituição poderia resultar em consequências legais na Argentina, onde a medida protetiva foi emitida.

Esse caso levanta questões sobre a dinâmica familiar e as implicações legais de medidas protetivas em situações de emergência. A disputa familiar, que remete a alegações de violência, revela a complexidade das relações interpessoais em momentos críticos. Enquanto a Nomad e Eduardo Haber não comentaram oficialmente, as repercussões desse episódio podem impactar tanto a imagem do empresário quanto as relações familiares envolvidas.

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