A educação pública no Brasil vive uma crise profunda, evidenciada pela precariedade das condições nas escolas. Dados do Anuário Brasileiro da Educação de 2024 mostram que apenas 38,7% das instituições possuem climatização e 47,2% têm acesso a bibliotecas, o que compromete a qualidade do ensino e a saúde dos alunos e professores.
A falta de investimento em infraestrutura gera um ambiente escolar desfavorável, com consequências diretas na saúde mental dos educadores. Em 2023, mais de 150 mil professores foram afastados por questões relacionadas à saúde, refletindo a pressão e a desvalorização enfrentadas no exercício da profissão. A adaptação forçada à realidade precária resulta em um corpo docente fragilizado e adoecido.
É necessário um olhar atento e investimentos significativos para reverter essa situação. A valorização da educação deve ir além de discursos e requer ações concretas que garantam condições dignas de trabalho e aprendizado. Somente assim será possível vislumbrar um futuro promissor para os estudantes e para a educação como um todo.

