Um novo estudo publicado na revista Science indica que até 50% da variação na expectativa de vida humana pode ser atribuída à genética. Os pesquisadores argumentam que estudos anteriores falharam em considerar fatores externos, como acidentes e doenças, que podem encurtar a vida das pessoas. Essa nova perspectiva pode alterar nossa compreensão sobre os determinantes da longevidade.
Os cientistas enfatizam que a mortalidade extrínseca, que aumenta com a idade devido à fragilidade, deve ser levada em conta ao analisar a expectativa de vida. Anteriormente, muitos estudos focaram exclusivamente em fatores internos, desconsiderando como o ambiente e as circunstâncias podem impactar a longevidade. Com essa nova abordagem, espera-se que a pesquisa sobre envelhecimento ganhe novos rumos e insights.
As implicações dessa descoberta são significativas, pois podem influenciar políticas de saúde pública e estratégias de prevenção de doenças. Com uma melhor compreensão do papel da genética, intervenções personalizadas podem ser desenvolvidas para promover uma vida mais longa e saudável. Os cientistas esperam que, futuramente, esse conhecimento ajude a melhorar a qualidade de vida à medida que as populações envelhecem.

