O Ministério da Fazenda do Brasil rejeita uma pesquisa que sugere que a Reforma Tributária resultará em um aumento da carga tributária sobre o setor de reciclagem. De acordo com a pesquisa, a carga sobre materiais reciclados poderia passar de 5% para 26,5%, mas o ministério afirma que a reforma assegura a neutralidade tributária entre produtos reciclados e primários, garantindo que não haverá perdas para os catadores e cooperativas.
A reforma, que é uma das mais significativas dos últimos anos, institui que a venda de materiais por catadores será isenta de tributos, facilitando o processo de reciclagem. Além disso, as empresas poderão recuperar créditos tributários, promovendo um modelo de não cumulatividade. Essa abordagem, segundo o ministério, beneficiará não apenas o setor de reciclagem, mas toda a cadeia produtiva, alinhando o Brasil a melhores práticas internacionais de tributação.
Com a implementação da Reforma Tributária, espera-se que mais de 1 milhão de catadores e suas cooperativas sejam totalmente isentos de impostos. A reforma também promete modernizar o sistema tributário brasileiro, retirando os efeitos cascata que oneram os serviços e produtos. Essa mudança é vista como um passo importante para o desenvolvimento sustentável e a melhoria da economia brasileira.

