O Partido Social Democrático (PSD) anunciou que permitirá que suas lideranças em estados como Rio de Janeiro e Minas Gerais não apoiem a candidatura presidencial da sigla. Essa decisão surge em meio a um cenário de divergências internas e alianças regionais que complicam a escolha de um único candidato para a corrida ao Planalto, conforme foi destacado pelo governador de Goiás em entrevista recente.
Com a presença de três pré-candidatos, o partido enfrenta desafios em colégios eleitorais cruciais, como a Bahia, onde a estratégia inclui apoiar o governador local em detrimento de uma candidatura presidencial unificada. A situação se repete em outros estados do Nordeste e também em Minas Gerais, onde o governador atual resiste em compartilhar espaço político com o PSD, o que poderá limitar o impacto da sigla nas próximas eleições e a sua capacidade de se afirmar no cenário nacional.
As implicações dessa estratégia podem ser significativas, já que o PSD busca equilibrar suas alianças regionais com a necessidade de um candidato forte para a presidência. A falta de um consenso interno pode resultar em um enfraquecimento da presença do partido nas eleições, além de dificultar sua competitividade em um contexto político já polarizado. O futuro do PSD nas eleições dependerá de como gerenciará suas divisões internas e as pressões externas que enfrenta.

