Eduardo Haber, cofundador da fintech Nomad, se vê no centro de uma controvérsia familiar que envolve uma medida judicial expedida em dezembro de 2025. A situação diz respeito a sua mãe e sobrinhos, após a internação da matriarca em São Paulo devido a um câncer, levantando questões sobre violência familiar. A Nomad, por sua vez, esclareceu que Haber não exerce mais funções executivas na empresa e é apenas acionista minoritário.
Apesar de sua condição como cofundador, a Nomad afirmou que as recentes polêmicas familiares não têm relação com as operações da fintech. A empresa reafirmou seu compromisso com o atendimento ao cliente e o desenvolvimento de suas atividades no mercado, destacando que a governança e as diretrizes estratégicas permanecem inalteradas. Enquanto isso, Haber continua a interagir nas redes sociais com conteúdos sobre a Nomad, gerando dúvidas sobre seu papel atual.
A situação levanta questões sobre a separação entre vida pessoal e profissional, especialmente em um setor tão dinâmico quanto o de fintechs. Além disso, a repercussão do caso pode influenciar a percepção pública sobre a Nomad e seu desempenho no mercado. A empresa, no entanto, parece determinada a manter seu foco e reputação intactos, independentemente das controvérsias familiares de seus fundadores.

