No primeiro ano de seu retorno à presidência, Donald Trump promoveu mudanças significativas na Agência de Proteção Ambiental dos EUA, implementando quase 70 ações para revogar regulamentações ambientais. Especialistas afirmam que essas medidas colocam em risco a qualidade do ar e da água, além de aumentar a exposição a substâncias químicas prejudiciais, intensificando o aquecimento global. As mudanças têm sido descritas como parte de uma ‘guerra em todas as frentes’ contra a saúde pública e a segurança ambiental.
A reestruturação da EPA, liderada pela administração Trump, é vista como uma ameaça abrangente aos ecossistemas e ao clima. Com a revogação de várias regras, a proteção das comunidades e a qualidade do meio ambiente estão em risco, segundo a análise de especialistas. As implicações dessas ações podem ser sentidas tanto em níveis locais quanto globais, afetando a saúde pública em diversos aspectos.
Diante desse cenário, as consequências das ações da administração Trump podem se desdobrar em um aumento significativo de problemas ambientais e de saúde pública. A crítica à atual administração se intensifica, à medida que a luta por regulamentações que garantam a segurança ambiental se torna cada vez mais urgente. A vigilância e a mobilização da sociedade civil se tornam necessárias para responder a esses desafios e proteger o meio ambiente e a saúde da população.

