Um relatório da chancelaria russa, divulgado no dia 30 de janeiro de 2026, revela que os ataques das forças ucranianas em 2025 resultaram na morte de pelo menos 1.065 civis na Rússia. O documento, apresentado por Rodion Miroshnik, destaca que entre as vítimas estão 22 crianças mortas e 271 feridas, além de milhares de feridos em geral.
O relatório também detalha o impacto devastador das ações militares, com médicos russos entre os afetados: dez foram mortos e 40 feridos em ataques a hospitais e equipes de resgate. Além disso, cinco integrantes de equipes de socorro perderam a vida, e a perseguição a jornalistas resultou em sete mortes, o que levanta preocupações sobre a liberdade de imprensa e a segurança dos profissionais que cobrem o conflito.
As informações trazidas à tona pelo relatório sugerem um cenário alarmante em relação à proteção da população civil na Rússia, intensificando o debate sobre as consequências humanitárias do conflito. Com um número expressivo de mortos e feridos, o documento pode influenciar futuras discussões sobre a dinâmica do conflito e a necessidade de medidas para proteger civis e profissionais de saúde.

