A China anunciou a retirada das sanções impostas a seis parlamentares britânicos, conforme confirmado por Keir Starmer, após suas significativas negociações com Xi Jinping em Beijing. As sanções, que afetaram nove cidadãos britânicos em 2021, incluíam cinco membros do Partido Conservador e dois da Câmara dos Lordes, e surgiram em resposta a denúncias sobre violações de direitos humanos contra a comunidade muçulmana uigure.
As sanções foram vistas como uma represália por parte da China a críticas internacionais sobre sua política em relação aos uigures. A remoção dessas restrições pode ser interpretada como um indicativo de um esfriamento nas tensões diplomáticas entre os dois países, que têm enfrentado desafios nas relações bilaterais nos últimos anos. No entanto, ainda não está claro se sanções permanecem em vigor para ex-parlamentares e dois acadêmicos britânicos.
O desdobramento pode ter implicações significativas na política externa do Reino Unido, especialmente no que diz respeito às suas relações comerciais e diplomáticas com a China. A disposição da China em dialogar e reconsiderar suas sanções pode abrir portas para um novo capítulo nas interações entre os dois países, embora a vigilância sobre os direitos humanos continue a ser uma preocupação central nas discussões futuras.

